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riscos_e_rabiscos

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Dá que pensar!

Hoje fui à minha médica de família mostrar os exames que fiz. Enquanto esperava à porta do consultório, uma outra médica meteu-se comigo e desabafou que lhes são feitas cada vez mais exigências, com prazo para ontem e a sua saída do trabalho era cada vez mais tarde.

 

Contou ela que, quando o filho tinha cinco anos, lhe fez um pedido. O pedido foi:

 

"Porque é que tu não és só mãe?"

 

Dá que pensar, não é? 

Estou aqui em pulgas...!

E não, não são as pulgas do cão! Os meus pais foram a uma consulta de oftalmologia no hospital por causa da catarata do meu pai. A questão é: será que era para fazer cirurgia à catarata? Mandaram levar todos os exames que tinha feito mas na carta que recebeu não esclarecia para quê... Já tentei ligar à minha mãe mas não tem rede... Grunf!

 

Se eu soubesse roer unhas, garanto-vos que já não tinha pontas dos dedos!

 

Adenda: Depois de tanta preocupação, o meu pai não fez mais nada senão colocar umas gostas nos olhos para ser, mais uma vez, observado.

Chatices!

Hoje era um daqueles dias que eu não me devia ter levantado da cama. Nem sequer mexer um dedinho ou pestanejar. A sério!

 

Tive de me levantar mais cedo porque hoje começou o inglês pré-escolar na pinguinolândia. Até aqui tudo muito bem. ao mesmo tempo que sorvia um café, acendi aui o meu amigo pimpo (entenda-se computador) para imprimir umas coisas. Ao contrário do que faço sempre, resolvi ir ver o meu mail do Moodle. Mas quem me mandou a mim seguir o meu instinto?!

 

Cheguei lá tinha um mail a dizer que uma mãe tinha feito queixinhas que não tinha visto alguns recados na cadernete e não tinha sabido das datas dos testes do menino. Isto relativamente ao ANO PASSADO!!!!!!

Vocês acreditam nisto? Le veio o ano passado a fazer queixas e a mandar recados na caderneta que o menino se "esquecia em casa" propositadamente. disse à profe titular e ao director. Que mais podia fazer? Já agora ir lá a casa buscar a caderneta? E assinar pela mãe? Não?

 

Passo-me com estes encarregados de educação que se estão a c@gar para o que se passa na escola com os filhos e só quando se diz que o menino se não trabalhar mais chumba o ano, é que acorda para a vida. Fónix! Ainda por cima esta é mesmo parvalhona.

De hoje em diante, vou colocar tudo e mais alguma coisa no Moodle. E sempre que mandar um recadinho na caderneta, vai um também via Moodle. Fokas! Tou mesmo irritada!

 

A caminho da pinguinolândia, apanhei todo o trânsito e mais algum que existia em Lisboa e todos os semáforos ficaram vermelhos aquando da minha passagem. Conclusão: fui em passo de procissão, o que me lixou bastante bem lixada pois perdi o autocarro! Fokas! O que aconteceu é que tive de engolir literalmente o eu almoço para poder ir dar aulas. sim, porque segundo a pinguim-mor, não tenho direito a almoçar lá...

 

Ao entrar na pinguinolândia, encontro a pinguim-mor a quem peço uma lista das crianças do pré-escolar. É que eu conheço dois ou três só. Sabem que resposta me deu? "Tens aí no placard..." Fokas! Fokas! E mais fokas! Então não é da competência dela dar-me a lista dos alunos?!?! Custava-lhe muito imprimir ou tirar uma cópia? Fokas!

 

Pra terminar, tenho os meus dedinhos dos pés a guinchar. Detesto este tempo que não é carne nem peixe. Como estava a chover levei sapatos fechados, o que foi uma grande asneira. Os meus pés não estão preparados nem fisica nem psicologicamente preparados para andar presos em traineiras. E se fosse dentro de botas, como já vi algumas pessoas? Já não tinha pés...

 

Tenho a minha mãe a buzinar-me os ouvidos a perguntar o que quero para o jantar. Para não ser esquisita, eu digo que como qualquer coisa. Depois diz-me que só tem isto e aquilo e o outro. Então faz aquilo. Mas se fizer aquilo, o não-sei-quantos não gosta, blá, blá, blá... Conversa tipo pescadinha de rabo na boca, tão a ver? E aproveita para me picar ainda mais os miolos... Fokas!

 

Agradeço que não me venham chatear mais com  m€rdinhas sem importância, senão não me responsabilizo pelos meus actos!

Fokas! Fokas! E mais fokas!

 

 

Um Dia no Inferno

 

Sinto-me cada vez mais desanimada e angustiada. Hoje foi um dos dias em que mais me enervei e estou aqui em frangalhos.

 

A miúda que veio ontem pela primeira vez consegue tirar qualquer um do sério. Eu e a minha auxiliar perdemos a compostura.

 

Comecei o dia com a Apitos - é assim que vai ser designada a partir de agora - e empurrar a bébé só porque a sua imaginação lhe disse que a pequenina lhe tinha mexido nos bonecos. O que vale é que a bébé é um amor e nem chora. Veio o histerismo do almoço e ao lanche aproveitou para dar uns murraços ao coleguinha com quem estava brincar. Não sei como o puto não caiu do banco abaixo. Ficou todo vermelhinho no peito e pescoço (zona dos murros) com lágrimas nos olhos e eu lá fui a velocidade luz buscar gelo.

 

Se voei para ir buscar gelo mais depressa coloquei a Apitos de castigo sentada num banco ao pé da porta. Desatou a berra como se não houvesse amanhã. Fui ao pé dela repreendê-la e ainda mais berrou. Como se a tivesse a matar.

Pensei como os meus botões: o melhor a fazer é ignorá-la para ver se se cala. Já disse que a Apitos tem a voz mais irritante ao cimo da terra?

 

Com tanta berraria, não é que a mulher da limpeza tema a lata, o descaramento, a ousadia de ir buscá-la ao castigo e pô-la no colo?!? Epá, saltou-me a tampa de novo e depois de contar até quinquilhões e três, pedi que sentasse a miúda no banco e que não voltasse a fazer aquilo.

 

Parece que este ano apenas irei dar aulas ao pré-escolar neste colégio. Acho que o boss vai voltar a dar aulas.

agora alguém me explica como se consegue gerir um colégio e dar 2 disciplinas e ATL? Quando sobra tempo para tratar dos assuntos inerentes a uma direcção?

E porque é que se desculpa do buraco financeiro com o facto de 3 colegas minhas subirem de escalão com têm direito, e logo terem um ordenado um pouco maior?

E porque é que é atribuída a indisciplina do 4º ano aos professores das AECs?

 

Talvez se não andasse no mundo da Lua e dos ideais utópicos, não investisse dinheiro em m€rd@s que não têm prioridade nenhuma, não empregasse um familiar próximo para lhe dar um 1º emprego e lhe pagasse um ordenado de licenciado sem fazer a ponta de um chavelho, se agarrasse o touro pelos cornos para tratar na origem os problemas de indisciplina, se abrisse os olhos quanto a quem trabalha naquele colégio e não fosse tão "narrow-minded" e estivesse abertos a novas iniciativas, o colégio não tivesse chegado a este ponto.

 

É muito fácil atribuir as culpas aos outros. É uma desculpa para os próprios erros. Sempre fiz tudo pelo colégio e a recompensa que tenho é esta. Espero que os pais abram os olhos e se mexam. Vamos lá ver se os pais são capazes de usar a força que possuem e se calhar não sabem que é tão poderosa...

Os Marretas

 

Há dias em que os meus pais só me fazem lembrar aqueles dois velhos dos marretas, sabem quais são? Um pica aqui, o outro pica ali, um critica daqui, o outro critica dali. Ah e o meu irmão deve ser o sapo Cocas ou algo parecido.

 

Este fim de semana, a família “Marreta”, excepto a minha Pessoinha e o Marreta Bóbi, foram verificar o estado de um terreno cujo proprietário é o Marreta-pai, ali na zona do Ribatejo. Aproveitaram para visitar o resto da família Marreta e pôr a conversa em dia. E o paladar também pois a minha tia Marreta é uma cozinheira de alto gabarito e muito famosa e solicitada na sua zona.

 

Hoje ao almoço, enquanto fazia os últimos preparativos para ir para a escola, comecei a ouvir uma conversa (espécie de troca de impressões e opiniões) do clã Marreta.

 

Marreta-mãe é sempre do contra, ou não fosse ela a Marreta-mãe. O Marreta–pai defendia que as silvas que invadiram o terreno só seriam exterminadas com uma queimada. É claro que a Marreta-mãe disso logo que ele tava doido e que não se faziam queimadas nesta altura. Comecei logo a imaginar o churrasco gigante que iria sair dali, caso fizesse uma queimada.

 

O Marreta-pai começou a dizer que as oliveiras, as amendoeiras e as ameixoeiras ainda davam fruto mas é claro que a Marreta-mãe tinha de ser do contra e disse que aquilo já não dava nada. Marreta-pai aniquilou-a logo dizendo que se as árvores forem podadas ficam como novas e dão fruto.

 

O mais engraçado foi a discussão para cortar as silvas e descer até ao vale. O sapo Cocas arranjou mil e um estratagemas: atava uma corda à cintura e prendia-a a uma árvore e depois ia cortando as silvas para abrir caminho.

A Marreta-mãe teve logo que dar o seu bitaite: se a árvore se partisse – não era a corda, atenção! – o Cocas caia pró meio das silvas e nunca mais ninguém o via.

Eu, que estava no wc a lavar as dentuças, explodi a rir. Foi salpicos de pasta de dentes por tudo quanto era lado! É claro que a esta mente prodigiosa ocorreu logo mais uma cena hilariante: e se o Cocas escorregasse e ficasse pendurado pela cintura? Parecia um chouriço!!!

 

Bom, tive de abandonar a conversa a meio pois o meu “motorista” não espera por mim se eu não estiver na paragem. Mas saí porta fora a rir-me que nem uma doida.

Digam lá que a minha família não é um prato?!

 

Coisas Parentais…

 

Prometem que não se riem ao ler o meu post?
Quem achar que se vai desatar a rir, é melhor não ler… se calhar.
Hummm… não sei se vos conte…
Vou ali e já volto para reflectir sobre o assunto.
(…)
Voltei.
Decidi arriscar…
 
 
Coisas de Pai
 
Há uns tempos atrás, o meu pai andava com uma dor na perna que partiu aquando do seu acidente de automóvel.
Andava a queixar-se e a minha mãe recomendou que esfregasse a perna com a pomada para as dores que estava no armário da casa de banho. Ele assim o fez.
Andou a esfregar-se cerca de uma semana com a pomada e gabava as suas qualidades aliviatórias.
“A pomada é mesmo boa… tenho andado a esfregar-me com ela e as dores já quase desapareceram.” E vá de esfregadelas com a fabulosa pomada.
 
Um dia, entro eu na casa de banho e apanho-o a esfregar a perna com a pomada. Não queria acreditar no que os meus olhos viam! Pisguei-me dali sorrateiramente e fui sussurrar ao ouvido da minha mãe: “A pomada que o pai anda a esfregar na perna é a pasta de dentes…!!!”
 
***
 
Coisas de Mãe
 
No café, sentados à mesa enquanto lanchávamos, a minha mãe mostra-me a cara cheia de alergia. Era testa e bochechas todas avermelhadas da reacção alérgica. Nunca na minha vida vi assim a minha mãe. E é aí que ela explica porque estava assim, mas com ar recriminatório…
“Hoje pus na cara o creme anti-rugas que me ofereceste no Natal e fiquei assim… Fez-me alergia!”
Achei aquilo muito estranho até porque eu não lhe tinha oferecido nenhum anti-rugas. Pensei que teria sido sim o creme facial que lhe ofereci no Natal passado mas que, por acaso, não era anti-rugas. E expliquei-lhe isto, referindo-me ao tal creme.
Negou peremptoriamente ser o tal creme facial e disse-me que era o creme da embalagem roxa que eu lhe tinha oferecido.
Revi novamente que creme lhe tinha oferecido eu que tivesse embalagem roxa. Ah, pois, relembrei-me eu, foi o creme das pernas. “O creme da embalagem roxa é para as pernas… é natural que te tivesse alergia. O creme é para alívio das pernas cansadas e deve ter alguma substância que faz alergia na cara. Deve ser muito forte.
Ela voltou, novamente, a dizer que não era nada esse, que era o que eu lhe tinha oferecido este ano.
 
E foi aí que se fez luz na minha cabeça!!! O “creme” que eu lhe ofereci no Natal foi um champô!!! Ela leu na embalagem “anti” e depreendeu o “rugas”…
 
Já viram isto?!
 
 

Primeiro Round.

 

 

 

E quando uma pessoa quer contar alguma coisa mas está cansada e com preguicite aguda para o fazer, o que é que faz (redundâncias à parte)?

 

Escreve um post sob a forma de telegrama! Conta o que lhe apetece, de forma sucinta e não desgasta muita energia… Convencidos? Eu também não!!!

 

Já sabem que na sexta-feira foi o meu regresso ao trabalho forçado, quer dizer, com muita força e entusiasmo E até não foi nada mau… Ora vejam:

 

* Para dar continuidade à tradição dos meus “primeiro dia de trabalho”, claro que aconteceu um percalço ao romper da manhã.

Entrei no bus e o motorista diz-me que o meu passe não é válido. WHAT??? Are YOU talking to ME? Então o referido senhor achou que a cor da senha do passe tinha de ser vermelha e não preta como na realidade é. E a sua convicção era tanta que não me queria deixar passar… O que vale é que vinha atrás de mim o homem barrigudinho-de-calções-e-soquetes com um passe igual ao meu. Foi o meu herói nesse dia!

 

* Como não tinha tomado descafé e era muito cedo, ao chegar ao colégio, lembrei-me de que havia um café numa rua escondida ali perto. Ao passar pelo portão do colégio, cai-me o coração aos pés: vejo a porta da secretaria aberta!!! “Pensei logo:”Ai que assaltaram o colégio logo no primeiro dia em que está sob a minha alçada!” Aproximo-me em pânico e vejo que afinal foi a todos-me-devem-e-ninguém-me-paga que tinha chegado mais cedo e aberto o colégio. Podiam ter dito alguma coisinha, não?! Eu podia ter tido um colapso cardíaco…

 

* Negligência parental: é-me entregue a Maria-mau-feitio com uma birra descomunal. Grita, bate, esperneia. Como os pais já tinham deixado o colégio e estavam dentro do carro, a miúda foi para o chão. Passado um minuto, desata a correr em direcção ao portão e eu a correr atrás dela. Não é que os pais tinham deixado o portão aberto?!?! A minha sorte – e a dela – é que eu consegui agarrá-la antes que chegasse ao portão. Depois não se admirem que elas aconteçam.

A miúda tem um mau feitio terrível e é birrrenta, é lógico que iria atrás da “mamã”. Entretanto, a mamã que estava a assistir ao espectáculo dentro do carro, regressa ao colégio e eu disse-lhe logo que é obrigatório fechar o portão para as crianças não saírem e ficarem em segurança! “A culpa foi minha”, disse ela com um ar deslavado…

 

O resto do dia correu bem, apesar de ter ficado com 20 miúdos a meu cargo sozinha uma série de horas. Não deveria ser assim mas não sou eu que mando…

 

 

Ao Contrário dos Outros.

Hoje fui ao colégio buscar as chaves e acertar pormenores. Fiquei a saber que as crianças aumentaram substancialmente desde a primeira listagem que o director me deu. E pelo que me foi dito, é provável que surjam mais algumas de “surpresa”.

 

Fiquei a pensar no porquê desta situação. Acorreram-me determinadas situações à mente: alguns pais não vão fazer férias por causa da situação financeira? Alguns pais estão de férias e preferem deixar os filhos na escola? Depois existem aqueles pais que têm férias repartidas e que não coincidem com este mês tendo, por isso, que deixar os filhos nalgum lado.

 

Acredito que vai ser uma experiência engraçada (excepto a parte de ter de madrugar) a muitos níveis. O colégio vai ficar sob o meu “comando” e responsabilidade. Vamos lá ver se os bad guys se portam bem!

 

Vou viver um momento único na minha vida. Nunca tal me aconteceu. Talvez à maior parte das pessoas já tenha passado por isso, mas eu não. Vou fazer o meu aniversário na escola! A ver se invento um dia giro para os miúdos e, já agora, também para mim uma vez que nesse dia também sou pequena!

 

(Ir)Responsabilidade

 

 

Dou aulas desde o século passado mas nunca me aconteceu uma situação destas. Talvez sejam inovações da Nova Era. Ou alguma mutação genética. Ou até mesmo seres geneticamente modificados… Quem sabe!

 

A semana antes das férias do Carnaval é aquela em que se costumam realizar testes de avaliação. Não é por nada mas as avaliações têm de ser feitas e corrigidas e, para não andar a correr para trás e para a frente a dar aulas e a corrigir testes, resolvi fazê-lo mais calmamente nas ferias. Até porque eu só voltaria a dar aulas no colégio na sexta-feira porque não tenho aulas à quinta.

 

No dia dos testes, houve um mini-marmanjo que me faltou ao teste. Nem água vai, nem água vem. Faltou e pronto. Qual justificação, qual quê! Recados escritos?! Qué isso?!

O mais engraçado é que a mãe é minha colega, portanto, professora de Inglês também. Mas em clara vantagem profissional, diga-se!

Pensei para com os meus botões: hummm… gostava de saber o que ela faz aos alunos dela que lhe fazem isto! No mínimo, não os deve deixar a fazer teste…

 

Instalei-me confortavelmente na minha cama – de solteira que tem umas almofadas excelentes! – e preparei os testes para começar a rabiscar (percebem agora o nome do blog? Riscos e rabiscos… Sim?).

Grelha de correcção a jeito, caneta na mão – desta vez corrigi a cor de rosa* - testes no colo… Três, dois, um… rabiscar! Quer dizer, corrigir!

 

Depois de ver a minha turma do 3º ano, constato que me falta o teste de um aluno. Revoltei a minha mala, os testes todos, as papeladas, os livros e… nada! Pensei que a única alternativa era o miúdo fazer de novo o teste. Não queria prejudicá-lo com a falta da avaliação escrita. E meti um teste na mala.

 

Primeiro dia de aulas: entrega e correcção dos testes. Devo dizer que tive prai 15 cem por centos. Os do 4º ano não comento, embora não tenha havido uma única negativa. Revolta-me miúdos inteligentes não aproveitarem as suas capacidades.

Assim que cheguei ao colégio, fui à sala do 3º ano à procura do aluno cujo teste eu não tinha. Perguntei:

- V. entregaste o teu teste? É que revoltei a minha casa toda e não o encontrei…

- Não, teacher… - coloca a mão debaixo da mesa e puxa umas folhas – está aqui!

- Então tu não entregaste o teste?! Ai que cabeça!

O meu aluno “faltista” ao teste, foi catrapiscado no meio do corredor e arrastado para a minha sala para fazer o teste.

 

É só distracções e complicações, dores de cabeça e nervos à mistura. No entanto, resisto.